03 fevereiro 2010

Desejo

Casto sonho infielmente real,
Pura inocência, disfarce banal
Engoliu-me a boca, mordeu minh’alma
Arranhou-me o corpo, saciou-se calma.

Cruelmente boa, doce, santa, má
Com essa língua solta não se sabe o que fará
Radiante mesmo sem seus holofotes
Doce feito mel, pronta para o bote.

De muitos toques, de muitos tons
Gritando baixo, sussurrando os tempos bons
Se inferniza com a santidade que já não tem
Engana o mundo com falsidade, ela é boa também.

E como posso, procuro a boca que cisma em perder
Por todas as partes do meu corpo, mesmo sem porque.
E por maldade, cisma em não me largar
Confesso que é prazeroso ter motivo pra dela não reclamar.

Casto sonho perdido na realidade,
Deste sonho bobo nada é mais verdade,
E, sinceramente, não quero mesmo que seja
Pois ela é má, mas esqueço disso enquanto ela me deseja.

Camila Oaquim.

6 comentários:

Phelipe disse...

aa.. eu nao vo comenta...
ta mt bom XD

Chazzy Chazz disse...

Sinceramente...
CADE A PORRA DO LIVRO CARALHO

Gutt e Ariane disse...

Camila, sinceramente, boiei na compreensão... e não tem nada a ver com a forma que foi redigido, longe disso! Mas fiquei a ver navios... sequer vou me arriscar a interpretar! rsrs Oo

Paty disse...

oi! adorei a sua poesia, muito bem escrita!
obrigada pela visita no meu blog, visite sempre que desejar.
bjs

Yuri Silva disse...

eita...adorei :D
muito bom ficar lendo versos assim rs

B. disse...

Nem comento.

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